
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
O MENESTREL
A CABANA



EU ERA UMA GAROTA DE QUINZE ANOS

aos 15 anos de existência, deixou de viver,
mas que agradece a Deus a felicidade que um dia possuiu.Eu era como você, autêntica, amiga,
feliz e, o mais importante
era que eu vivia.Nessa etapa, nessa época,
eu saía da escola abraçada com os meus amigos,
trocávamos mensagens de fé, carinho e amor.
Saíamos todos juntos sem distinção de cor,
raça, sexo ou religião.
Nós nos divertíamos ao máximo.Quando íamos à igreja, rezávamos todos
juntos com uma chama de esperança nos olhos,
de um mundo melhor.Naquela época eu tinha amigos.
Sempre que precisavam de mim, eu estava disposta a ajudar,
fazia o que podia para tirar você da angústia.
Um dia fiquei angustiada e fui falar com você.
Pedi uma palavra de fé, esperança,
conforto, e você mostrou-me algo que chamou minha atenção,
um algo que parecia com um cigarro comum.Você ofereceu-me e disse que aquilo
ia me fazer bem, iria me ajudar.
Fumei aquele cigarro sem medir as conseqüências,
pois acreditava em você.Enquanto estava sob efeito do tóxico tudo estava bem.
Passando o efeito, procurei-o novamente,
e novamente você me
ofereceu a famosa ' maconha'.Passou muito tempo e minha vida
foi se resumindo em procurá-lo, ou melhor,
procurar a maconha que você me oferecia.
Na realidade eu já era uma morta-viva,
porque a única coisa que me mantinha
viva era o meu coração,
que não havia parado de bater.Resolvi então procurar alguém que pudesse
me ajudar a deixar a maldita droga.
Fui ao médico.No dia seguinte, fui buscar um dos
vários resultados dos exames que o médico havia pedido,
justo no dia do meu aniversário,
no dia em que completaria 15 anos.
No resultado, constava uma doença grave em estágio avançado,
pouco tempo de vida.
Morri antecipadamente, morri porque você foi um dos culpados,
também responsável pela minha morte.
Na realidade você foi um dos principais,
pois quando lhe pedi vida você me ofereceu a morte.
Desconheço o nome do autor
Vamos ser amigos de nossos filhos, irmãos, parentes, etc...
Podemos mostrar aos jovens que a vida, ainda que não seja fácil,
vale a pena ser vivida, que devemos viver construtivamente,
pois o mundo que temos é o que estamos ajudando a construir.
Seja inteligente e
VIVO,
DIGA NÃO ÀS DROGAS
DROGA NEM MORTO
"EU TE AMO... OU EU TE AMEI!"

Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se. O sábio escutou-o,olhou-o nos olhose disse-lhes apenas uma palavra:- Ame-a .E logo se calou.- Mas, já não sinto nada por ela!- Ame-a, disse-lhe novamente o sábio.E diante do desconcerto do senhor, depois de um breve silêncio,disse-lhe o seguinte:- Amar é uma decisão, não só um sentimento; amar é dedicação e entrega.Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor. O amor é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente,regue e cuide. Esteja preparado porque haverão pragas, secas ou excessosde chuvas mas nem por isso abandone o seu jardim. Ame seu par, ou seja,aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire e compreenda-o.* A inteligência sem amor, te faz perverso.* A justiça sem amor, te faz implacável.* A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.* O êxito sem amor, te faz arrogante.* A riqueza sem amor, te faz ávaro.* A docilidade sem amor te faz servil.* A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.* A beleza sem amor, te faz ridículo.* A autoridade sem amor, te faz tirano.* O trabalho sem amor, te faz escravo.* A simplicidade sem amor, te deprecia.* A oração sem amor, te faz introvertido.* A lei sem amor, te escraviza.* A política sem amor, te deixa egoísta.* A fé sem amor, te deixa fanático.* A cruz sem amor se converte em tortura.* A vida sem amor... ...não tem sentido ''Tarde demais, quando se resolve falar:
EU TE AMO,
se escuta
EU TE AMEI...
REFERÊNCIAS
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Lição de Vida!!


Depois disso podem aparecer os sinais e sintomas típicos da cinomose, dependendo da resposta imunitária do animal.
Pode haver sintomas digestivos (diarréia e vômito), respiratórios (corrimento nasal e ocular) ou nervosos ( tiques nervosos, convulsões, paralisias, etc) ou haver associação deles.
O animal pode morrer tendo desenvolvido só uma das fases da doença ou sobreviver desenvolvendo todas, podem desenvolver cada tipo de sintoma aos poucos ou todos juntos.
Normalmente os primeiros sintomas da 2º fase são febre , falta de apetite, vômitos, diarréia, dificuldade para respirar.
Depois conjuntivite com secreção , corrimento nasal, com crostas no focinho, e pneumonia.
Pode se seguir por 1 a 2 semanas e daí aparecerem os sintomas nervosos: tiques nervosos, depois sintomas de lesões no cérebro e medula espinhal.
Em alguns, por inflamação no cérebro, os animais ficam agressivos, não conseguem as vezes reconhecer seu dono.
Em outros ocorre paralisia dos músculos da face em que o animal não consegue abrir a boca nem para tomar água, apatia profunda.
Por lesões no cérebro e na medula espinhal, andar cambaleante, paralisia no quarto posterior (‘descadeirado’). Dificilmente os sintomas são estacionários (vão piorando sempre, de maneira lenta ou rápida).
É de difícil tratamento, dependendo quase exclusivamente do cão, e de sua capacidade de ter uma resposta imunológica suficiente, sua sobrevivência ou não.
Digo 'quase exclusivamente' porque o veterinário pode ajudar eliminando coisas que podem atrapalhar sua “guerra” com a doença, como as infecções que ele pode ter por fraqueza (queda de resistência), aconselhar uma alimentação correta, receitar medicamentos que ajudem a combater as inflamações no cérebro, receitar uma medicação que tente aumentar sua resistência, etc.
Sua evolução é imprevisível, ou seja, quando o cão adoece, não há como saber se ele vai se salvar ou não, ou se sua morte vai ser rápida ou lenta.
A melhor solução ainda é a prevenção, ou seja, vacinar corretamente.Como vocês leram ai a Cinomose é uma doença muito perigosa, logo no começo da doença do Lac ele ficou com o corpo todo paralisado dependia da dona dele pra tudo, teve crises nervosa várias vezes, ele dependia de remedios controlados. Mais hoje o Bilac é uma lição de vida ele ficou com sequela na perna direita, antes ele tava numa cadeira de roda e hoje ele anda como m cachorro normal mesmo arrastado a perna mais ele brinca, corre, pular. Não depende mais de remedios controlados, e hoje eu sei que ele é um cachorro FELIZ. Amado por todos aqui em casa. Eu amo os Animais!!!!
domingo, 24 de abril de 2011
Carimbó: Êta dança Paid'égua!!!
CarimbóO Carimbó é considerado um gênero musical de origem indígena, porém, como diversas outras manifestações culturais brasileiras, miscigenou-se e recebeu outras influências, principalmente negra. Seu nome, em tupi, refere-se ao tambor com o qual se marca o ritmo, o curimbó. Surgida em torno de Belém na zona do Salgado (Marapanim, Curuçá, Algodoal) e na Ilha de Marajó, passou de uma dança tradicional para um ritmo moderno, influenciando a lambada e o zouk.Na forma tradicional, é acompanhada por tambores feitos com troncos de árvores. Aos tambores se dá o nome de "curimbó", uma corruptela da palavra Carimbó. Costumam estar presentes também os maracás.Nos anos 60 e 70, adicionaram-se ao carimbó instrumentos elétricos (como guitarras) e influências do merengue e da cúmbia. O ritmo tornou-se popular no Norte do Brasil e gerou a lambada, que espalhou-se para o resto do mundo (que ironicamente foi popularizada por um grupo boliviano, Los Kjarkas).A formação instrumental original do carimbó era composta por dois curimbós: um alto e outro baixo, em referência aos timbres (agudo e grave) dos instrumentos; uma flauta de madeira (geralmente de ébano ou acapú, aparentadas ao pife do nordeste), maracás e uma viola cabocla de quatro cordas, posteriormente substituída pelo banjo artesanal, feito com madeira, cordas de náilon e couro de veado. Hoje o instrumental incorpora outros instrumentos de sopro, como flautas, clarinetes e saxofones.Sendo a música preferida pelos pescadores marajoaras, embora não conhecida como carimbó até então, o ritmo atravessou a baía de Guajará com esses pescadores e veio dar em praias do Salgado paraense. Em alguma região próxima às cidades de Marapanim e Curuçá, o gênero se solidificou, ganhando o nome que tem hoje. Maranhãozinho, no município de Marapanim; e Araquaim, em Curuçá, são dois dos sítios que reivindicam hoje a paternidade do gênero, sendo o primeiro o mais provável deles. Em Marapanim, na região do Salgado, nordeste paraense, o gênero é bastante cultivado, acontecendo anualmente o "Festival de Carimbó de Marapanim — O Canto Mágico da Amazônia", no mês de novembro.
Roupa das mulheres

As mulheres dançam descalças e com saias coloridas que vão até os pés muito franzidas e amplas. A saia normalmmeente é de cetim ou também pode ser de seda e outros tecidos. Blusas de cores lisas, pulseiras e colares de sentes grandes. Os cabelos são ornamentados com ramos de rosas ou jasmim de Santo Antônio. Todos os dançarinos apresentam-se descalços.
Roupa dos Homens
Os homens dançam utilizando calças geralmente brancas e simples, comumente com a bainha enrolada, costume herdado dos ancestrais negros que utilizavam a bainha da calça desta forma devido as atividades exercidas, como a exemplo, a coleta de caranguejos nos manguesais.Além disto ainda utilizam camisa de pano com desenho e corte comum a que a população ribeirinha tradicionalmente utilizava até meados do início do século XX, juntamente com o tradicional chapéu de palha.
Ritual
A dança é apresentada em pares. Começa com duas fileiras de homens e mulheres com a frente voltada para o centro. Quando a música inicia os homens vão em direção às mulheres, diante das quais batem palmas como uma espécie de convite para a dança. Imediatamente os pares se formam, girando continuamente em torno de si mesmo, ao mesmo tempo formando um grande círculo que gira em sentido contrário ao ponteiro do relógio. Nesta parte observa-se a influência indígena, quando os dançarinos fazem alguns movimentos com o corpo curvado para frente, sempre puxando-o com um pé na frente, marcando acentuadamente o ritmo vibrante.As mulheres, cheias de encantos, costumam tirar graça com seus companheiros segurando a barra da saia, esperando o momento em que os seus cavalheiros estejam distraídos para atirar-lhes no rosto esta parte da indumentária feminina.O fato sempre provoca gritos e gargalhadas nos outros dançadores.O cavalheiro que é vaiado pelos seus próprios companheiros é forçado a abandonar o local da dança.Em determinado momento da "dança do carimbó" vai para o centro um casal de dançadores para a execução da famosa dança do peru, ou "Peru de Atalaia", onde o cavalheiro é forçado a apanhar, apenas com a boca, um lenço que sua companheira estende no chão. Caso o cavalheiro não consiga executar tal proeza sua companheira atira- lhe a barra da saia no rosto e, debaixo de vaias dos demais, ele é forçado a abandonar a dança. Caso consiga é aplaudido.


Região
O Carimbó é uma dança típica do Estado do Pará, localizado na Região Norte e áreas próximas como Bragança, Salinas e Ilha do Marajó. O nome carimbó aplica-se tanto a dança como a música.Até hoje muitas pessoas da Região Sudeste promove festivais, da dança típica da Região Norte. E no estado de São Paulo, são realizadas por ano mais de 36 festas. carimbó é uma dança da região acultural, aculturada, que revela os traços culturais dos povos negros, brancos e índigenas.
Imagens e siteshttp://www.google.com.br/search?um=1&hl=pt-BR&biw=1024&bih=483&site=search&tbm=isch&sa=1&q=Bandeira+do+Par%C3%A1&aq=f&aqi=g3&aql=&oq=
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carimb%C3%B3
Postagem feita por: Samara Pantoja
terça-feira, 1 de março de 2011
As maravilhas do Pará!







Pratos típicos
Pato no tucupi- Constituído de pato, tucupi e jambu. O tucupi é um caldo amarelo extraído da mandioca e por isso precisa ser cozido durante uma semana. O pato, depois de assado, é cortado em pedaços e fervido no tucupi, onde fica de molho por algum tempo. O jambu é fervido em água com sal, escorrido e posto sobre o pato. É servido com arroz branco e farinha de mandioca.
Maniçoba -Do tupi Maní, deusa da mandioca. Usa-se uma tipicamente uma panela de barro ou de porcelana. Prato de aspecto duvidoso, demora pelo menos uma semana para ser feito, pois a folha da maniva (a planta da mandioca), depois de moída, deve ser cozida durante, pelo menos, quatro dias com a intenção de eliminar o ácido cianídrico que contém. Depois disso é acrescentado o charque, toucinho, bucho, mocotó, orelha, pé e costelas salgadas de porco, chouriço, lingüiça e paio, praticamente os mesmos ingredientes de uma feijoada completa. É servido com arroz branco, farinha d'água e pimenta de cheiro a gosto.
Caruru- Feito com quiabo, camarões secos e inteiros, tempero verde (alfavaca e chicória), farinha seca bem fina e azeite de dendê. Após fervidos o quiabo, o tempero verde e os camarões na água, acrescenta-se a farinha e faze-se um pirão. Estando pronto o pirão, adicionam-se-lhe os quiabos bem escorridos, o camarão já refogado com todos os temperos e, por último, o azeite de dendê.
Tacacá- De origem indígena, é um mingau quase líquido, servida em cuias e vendida pelas "tacacazeiras", geralmente ao entardecer, na esquina das principais ruas das cidades paraenses, sobretudo Belém. É contituído de uma mistura que leva tucupi, goma de tapioca cozida, jambu e camarão seco.
Vatapá- O vatapá paraense não leva peixe, nem amendoim, nem castanha-de-caju. Ao caldo da cozedura das cabeças e das cascas de camarão salgado perfumado com alfavaca, chicória, alhos e cheiro verde, adiciona-se farinha de trigo e/ou de arroz, obtendo-se um mingau. Acrescenta-se o leite de coco puro, camarões já fervidos e azeite de dendê.
Seu sumo é muito consumido como suco ou pirão e cujo gomo terminal constituí o palmito. Assim pode ser consumido na forma de bebidas funcionais, doces, geleias e sorvetes. O fruto é colhido subindo-se na palmeira com o auxílio de uma trançado de folha amarrado aos pés - a peconha.
Para ser consumido, o açaí deve ser primeiramente despolpado em máquina própria ou amassado manualmente (depois de ficar de molho na água), para que a polpa se solte, e misturada com água, se transforme em um suco grosso também conhecido como vinho do açaí.
Uma tigela de açaí, consumida fora da região Norte do Brasil, repare na mistura de frutas, incomum no seu local de origem.
A forma tradicional na Amazônia de tomar o açaí é gelado com farinha de mandioca ou tapioca. Há quem prefira fazer um pirão com farinha e comer com peixe assado ou camarão e mesmo os que preferem o suco com açúcar.
As sementes limpas são muito utilizadas para o artesanato.
Nas demais regiões do Brasil, o açaí é preparado da polpa congelada batida com xarope de guaraná[carece de fontes?], gerando uma pasta parecida com um sorvete, ocasionalmente adicionando frutas e cereais. Conhecido como açaí na tigela, é um alimento muito apreciado por frequentadores de academias e desportistas
Único Expectador!
Vem Ser meu ÚNICO EXPECTADOR!





